O post falando do sonolento empate do São PAulo contra o Atlético-MG suscitou diversas reações dos torcedores tricolores cansados dos trejeitos de Richarlyson, do sono de Hugo e também da incompetência de Muricy. Quanto ao treinador eu discordo, mas leiam texto abaixo escrito por mim logo após eliminação da Libertadores contra o Fluminense. Se o que disse abaixo tivesse sido feito, creio que estarÃamos ao menos jogando com mais atitude e disposição:

Em diversas tribos , povos, civilizações perdidas e impérios do mundo inteiro, sempre foram oferecidos sacrifÃcios para que seus “deuses” não ficasse nervosos e jogassem sua ira e descontentamento nas famÃlias e plantações desses povos, e isso lhes dava uma segurança psicológica para seguir em frente e tocar sua sociedade com mais calma, achando que o seu “Deus” estava calmo e olhando por eles novamente.
Pois bem, e o que isso tem a ver com o São Paulo FC?
Tem a ver, porque a torcida, a coletividade e a sociedade Tricolor estão impacientemente se perguntando:
“Quer dizer que somos eliminados desse jeito ridÃculo, por um time ridÃculo e fica tudo por isso mesmo”?
Pois é, esse inconsciente coletivo de indignação reflete no apoio da torcida e no seu comparecimento aos jogos. O que quero dizer afinal, é que não precisamos achar um vulcão revolto em lava para jogar jogadores, técnico e diretoria, mas PELO MENOS, haver algum tipo de ação por parte dos que mandam, para que se respire ares renovados no Morumbi.
Vejam só o poderoso Barcelona, freguês do Tricolor, que está se livrando de jogadores como Eto´o, Ronaldinho Gaúcho, Thiery Henry, Deco e Zambrotta. Ora, porque não podemos nos livrar de Richarlyson, Dagoberto, Júnior, Bosco, Hugo e Juninho???
Nada mais normal. O Barcelona foi derrotado na Liga dos Campeões e no Espanhol, e impuseram o “sacrifÃcio”. Limparam o time. O São Paulo deveria fazer o mesmo.
Por fim, os deuses tricolores estão revoltos, impacientes e demandam um sacrifÃcio, uma oferenda de boa vontade para que possam olhar com mais calma para os seus 22 servos e os apoiarem nas batalhas que virão.